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Recursos de Biodiversidade  

A bacia do rio Limpopo possui uma das maiores proporções de áreas protegidas na região da África Austral (LBPTC 2010), incluindo muitos parques nacionais, áreas de conservação e coutadas privadas. O desenvolvimento do turismo baseado na fauna bravia e ecoturismo caracterizam esta região da África Austral, incluindo alguns dos parques nacionais mais bem estabelecidos do mundo. O ecoturismo constitui um exemplo que traz benefícios para a biodiversidade nesta área, para mais detalhes veja em Serviços de Ecossistema, assunto tratado com mais profundidade sob o tema A População e o Rio.

Pressione aqui para poder ver um vídeo curto sobre a Reserva Limpopo-Lipadi que discute a importância da conservação da biodiversidade para a região. O vídeo dá igualmente informação sobre os tipos de actividades de ecoturismo que são oferecidas nas reservas de caça e áreas de conservação na região.

A bacia do rio Limpopo é rica em biodiversidade, o que atribuí um valor significativo á protecção e conservação das espécies desta bacia, facto esse é bem reflectido nas iniciativas actuais e em curso dedicadas á preservação e proteção da biodiversidade e fauna bravia ao nível transfronteiriço.

Áreas de Conservação Transfronteiriça (TFCA) são áreas já protegidas ou a serem adquiridas tendo em vista a protecção da fauna bravia e biodiversidade que se estendem alémdas fronteiras nacionais. As iniciativas sobre TFCA em curso ao nível da SADC, têm como objectivo integrar as grandes áreas protegidas localizadas a nível de fronteiras nacionais, o que implica a remoção das barreiras fronteiriças e outros obstáculos para permitirem a migração dos animais e estabelecimento de um quadro de co-gestão. As TFCAs dependem da cooperação a cinco níveis em seguida se discriminam:

  • Político: Nível de cooperação internacional ímpar que requer a participação entre os países envolvidos.
  • Regional:Instituições ou órgãos regionais como a SADC, ONGs e outras agências de integração, desempenham um papel chave.
  • Técnico:Agências de conservação, operadores privados, serviços de migração, polícia, Ministério do Interior, alfândegas, saúde e outros sectores devem desenvolver acções conjuntas.
  • Comunidades locais: consulta com as comunidades locais é importante porque permite estabelecer boas relações com as comunidades, o que constitui uma base forte de apoio á implementação da iniciativa.
  • Financeiro: O apoio do governo é importante, pois os custos associados ás actividades de gestao das TFCA são elevados. O apoio dos investidores privados é também importante a fim de garantir o desenvolvimento e sustentabilidade das iniciativas.

Fonte: South Africa Department of International Relations and Cooperation (2004)

Existem duas TFCAs na bacia do rio Limpopo:

  1. Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo; e
  2. Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Mapungubwe.

O mapa seguinte ilustra a distribuição das áreas protegidas do rio Limpopo, incluindo as áreas de conservação a nível nacional (Parques Nacionais, Áreas de Conservação, etc) e Áreas de Conservação Transfronteiriça (TFCAs).

Áreas protegidas na bacia do rio Limpopo.
Fonte: Atlas 2003; Peace Parks 2009
( clique para ampliar )

Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo

O Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo foi estabelecido em 2002 pelos governos de Moçambique, África do Sul e Zimbabué; Este parque integra as áreas do Parque Nacional Kruger (África do Sul), Parque Nacional do Limpopo (Moçambique) e Parque Nacional Gonarezhou (Zimbabué) (Parque do Grande Limpopo 2010; Parque Peace 2010). O Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo presentemente ocupa uma área de 35 000 km², e sendo esta área protegida, futuramente deverá expandir-se até aos 100 000 km². A área em expansão deverá incluir os Parques Nacionais de Banhine e Zinave em Moçambique, as áreas de Massingir e Corumana e a região entre eles.

Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Mapungubwe

A área de Conservação Transfronteiriça de Limpopo-Shashe, conhecida anteriormente como Grande Mapungubwe, compreende o Botsuana, África do Sul e Zimbabué. A porção de terra em Botsuana, conhecida por Northern Tuli Game Reserve (NOTUGRE), é um agregado de uma propriedade privada constituída a partir de uma associação de vários privados. Enquanto que a porção na África do Sul é compreende parques privados, nacionais, estatais e terras adquiridas no âmbito do estabelecimento do Parque Nacional de Mapungubwe (SANParks 2010). As duas áreas combinadas com a área no Zimbabué a partir de Circle Safari formam uma área contígua de terras protegidas num total de 4 872 km² (Peace Parks 2010). Para além da conservação da natureza, o Grande Mapungubwe caracteriza-se pelo património cultural e histórico de grande importância, também protegida no âmbito do Acordo sobre TFCA.

O pôr do sol na bacia do rio Limpopo, África do Sul.
Fonte: Heigan 2007
( clique para ampliar )

 



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